Pela segunda vez no Brasil após show no Rock in Rio em 2015, o duo inglês Royal Blood é atração do primeiro dia do Lollapalooza, na sexta-feira (23). Veja a programação completa.

Acostumada a festivais com até 100 mil pessoas por dia, a banda de rock de garagem deve tocar para menos de mil pessoas no Cine Joia, em São Paulo.

“Tem como fazer um bom show em palcos grandes ou pequenos. Mas para os que irão a um show do Royal Blood pela primeira vez, eu recomendo o show menor”, entrega o guitarrista e vocalista Mike Kerr, em entrevista ao G1.

E o que espera do Lolla?

“O que posso dizer é que eu amo rock e gosto de tocar o mais alto possível”, responde o vocalista.

Fã de Red Hot
O Royal Blood toca no dia que tem o Red Hot Chili Peppers como atração principal… “Somos muito fãs deles. Tocar para os fãs deles é demais. Na verdade, tocar para os fãs de qualquer banda é demais”, diz Mike.

“Tudo bem que nosso som e o do Red Hot Chili Peppers sejam diferentes. Mas temos uma pegada de bateria parecida com a do Chad Smith. Talvez não seja óbvio, mas é algo em comum e acho que fãs notam isso”, explica.

Não tão fã de backstage
Durante o papo, Mike tratou também de deixar claro que não curte ficar andando para lá e para cá nos bastidores de festivais: “O backstage é um dos lugares mais chatos e sem graça do mundo”.

“Não tem nada disso. É só um monte de pessoa em suas cabines minúsculas. Daí você sai pra fumar, cheio de preguiça, e encontra gente de outras bandas. Nada demais”, garante.

E antes da entrevista acabar, ainda houve tempo para tirar uma dúvida. Quais a maior vantagem e a maior desvantagem em ter uma banda tão pequena?

“O bom é tomar decisões bem mais rápido. O ruim é que a zoação e as piadas acabam mais rápido”, responde Mike, rindo de leve.

Fonte: GloboEsporte

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